O dólar encerrou as negociações cotado abaixo de R$ 5 pela primeira vez desde maio, impulsionado pela continuidade do rali eleitoral. A moeda norte-americana estendeu a trajetória de baixa da véspera, com suporte de um cenário externo favorável e da percepção de menor risco local.
No mercado de renda fixa, a continuidade do movimento positivo fez com que os juros futuros domésticos médios e longos recuassem. O comportamento acompanhou o ambiente internacional, onde os rendimentos dos Treasuries também cederam e a divisa dos Estados Unidos recuou frente a outras moedas.
Em sentido oposto, o Ibovespa fechou em queda provocada por realização de lucros após o rali recente. Apesar da pressão vendedora, o índice manteve sustentação acima do patamar de 205 mil pontos.
No exterior, as bolsas de Nova York subiram puxadas pela retração dos juros e do petróleo, contexto que permitiu ao índice Nasdaq renovar o seu recorde. Já no mercado de commodities, o petróleo registrou leve alta, mantendo no radar dos investidores as preocupações com possíveis riscos à oferta na região do Golfo Pérsico.
Com informações de: Valor Econômico










