O mercado de trabalho no Estado de São Paulo acumulou mais de 300 mil novas vagas de emprego com carteira assinada nos primeiros oito meses de 2026. Os dados foram divulgados em um levantamento da Fundação Seade, com base em informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego.
Somente em agosto, o saldo positivo superou 42 mil contratações formais. No balanço dos últimos doze meses, o território paulista gerou cerca de 174 mil postos de trabalho. Os números consolidam a liderança de São Paulo na economia nacional.
O estado respondeu por mais de um quarto de todas as vagas formais criadas no Brasil no acumulado do ano e em agosto. Além disso, concentrou quase 60% dos novos postos de trabalho abertos na Região Sudeste no mesmo período. O desempenho paulista superou o de todos os demais estados e impulsionou o resultado do país, que fechou o agosto com um saldo nacional de mais de 165 mil empregos com carteira assinada.
Em agosto, o estado registrou o maior salário médio de admissão do Brasil, alcançando R$ 2.725,54. O valor é cerca de 13% superior à média nacional, ficando à frente de unidades federativas como Santa Catarina, Distrito Federal e Rio de Janeiro. O patamar salarial é influenciado por medidas como a política de valorização do piso estadual paulista, que atingiu R$ 1.874 este ano e acumula ganhos expressivos na atual gestão.
O setor de serviços foi o principal responsável pela força do emprego no estado, respondendo por mais de 30 mil novos postos de trabalho abertos em agosto. Áreas como saúde, educação, administração pública, transportes e alimentação lideraram as admissões no período. O comércio e a construção civil também registraram saldos positivos expressivos, seguidos pelo agronegócio e pela indústria.
Com informações de: Região Noroeste










