Governo australiano orienta folga para lançamento de GTA 6

Provedor de Justiça do Trabalho explicou regras para licença não remunerada; jogo da Rockstar tem lançamento previsto para 19 de novembro
GTA 6: Governo australiano explica como tirar licença no trabalho para o lançamento do jogo

O governo da Austrália publicou orientações voltadas aos trabalhadores que pretendem conseguir tempo livre para jogar GTA 6. O título da Rockstar tem chegada ao país prevista para 19 de novembro, e as recomendações foram divulgadas pelo Provedor de Justiça do Trabalho.

De acordo com o órgão governamental, não existe respaldo legal para a concessão automática de licença não remunerada com a finalidade exclusiva de jogar videogame. A autoridade orientou que eventuais pedidos de folga sejam feitos previamente às empresas. Em nota, o Provedor de Justiça do Trabalho destacou: “Você ainda pode solicitar ao seu empregador que tire uma licença não remunerada por outros motivos”. A liberação, portanto, depende de negociação direta e consenso entre o funcionário e o empregador.

Adaptações de Bloodborne e PT chegam ao computador

O cenário de jogos para computador também registrou o lançamento de versões nativas não oficiais para projetos bastante aguardados pelos jogadores.

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Um grupo de modders disponibilizou o “bbport”, uma adaptação nativa de Bloodborne para os sistemas operacionais Windows e Linux. O projeto dispensa a utilização do emulador ShadPS4, adapta o código original para a arquitetura x86-64 e adota um runtime próprio para carregar os recursos do PlayStation 4. Baseada na atualização 1.09, a versão inclui taxa de quadros configurável em 30, 60 e 90 FPS, compatibilidade com Steam Deck e modificações, opções visuais integradas e suporte a tecnologias AMD FSR 3.1, FSR 4 e FSR 4.1.1.

Outra iniciativa envolve PT, o teaser jogável de Hideo Kojima e Guillermo del Toro para o projeto cancelado de Silent Hills. O desenvolvedor Lorean Xavier produziu uma versão nativa independente para PC sem uso de emulação. O profissional informou que a estrutura do jogo foi “reconstruída em C++ a partir do comportamento original”, enquanto a parte visual funciona com o renderizador Vulkan. O software reúne recursos de upscaling como AMD FSR 3.1, NVIDIA DLSS 4.5 e Intel XeSS, geração de quadros, modo de fotografia, suporte a realidade virtual, visão experimental em terceira pessoa, câmera livre, opções gráficas e modos como Speedrun e Game+.

Mercado de mídia física e bastidores de estúdios

No mercado de distribuição, dados da Ampere divulgados pelo The Game Business apontaram que o formato físico representou cerca de 35% das vendas totais de lançamento de Marvel’s Wolverine nos Estados Unidos. O cenário na Europa apresentou maior adesão ao formato tradicional em disco, que respondeu por 51% do volume comercializado no mesmo período.

O comportamento de compra variou conforme a região europeia. No Reino Unido, dois terços das aquisições do jogo ocorreram em formato digital. Já na França, mais de dois terços das cópias foram vendidas em mídia física. O analista Joost van Dreunen avaliou o desempenho comercial e afirmou que “as pessoas têm necessidade de colecionar”, justificando a força remanescente das mídias em disco.

Em relação à indústria de desenvolvimento, Mike Crump, chefe da The Coalition, abordou as preocupações de funcionários a respeito de possíveis demissões e corte de bônus contratuais após o lançamento de Gears of War: E-Day. O executivo declarou que a equipe precisa manter o foco no trabalho que está sob seu controle e ressaltou a experiência dos líderes, além da base técnica estabelecida com o projeto atual. Sobre o futuro da franquia, Crump afirmou que “O próximo jogo não levará nem de perto tanto tempo para ser feito”.

Com informações de: Tecmundo

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