O Ibovespa encerrou o pregão desta quarta-feira em queda de 0,74%, aos 204.302 pontos, dando sequência ao ajuste de realização de lucros. Ao longo da sessão, o indicador variou entre a mínima de 204.176 pontos e a máxima de 206.877 pontos.
O movimento de desvalorização ocorre após o índice ter registrado uma alta de quase 8% na segunda-feira, impulsionada na ocasião pelo otimismo do mercado com a perspectiva de alterações na condução da política econômica e pela composição com perfil mais à direita no Congresso.
O ambiente externo também influenciou a bolsa brasileira. A disparada nos rendimentos dos Treasuries de longo prazo elevou a aversão ao risco no exterior e pressionou as bolsas nos Estados Unidos, com reflexos diretos nas negociações locais.
Queda dos bancos e oscilação de commodities
As perdas do Ibovespa se intensificaram na reta final dos negócios devido ao desempenho negativo do setor financeiro. As ações de bancos cederam em conjunto, tendo como destaque a queda de 3,68% nos papéis preferenciais (PN) do Bradesco.
Entre as grandes empresas do setor de commodities, o encerramento do dia foi divergente. Enquanto as ações preferenciais da Petrobras subiram 0,95%, os papéis ordinários (ON) da Vale recuaram 2,30%.
O volume financeiro negociado no Ibovespa somou R$ 40,3 bilhões, com a B3 atingindo R$ 57,1 bilhões no total. Em Nova York, os principais índices também fecharam em território negativo: o Dow Jones perdeu 0,66%, enquanto Nasdaq e S&P 500 recuaram 0,22% cada.
Com informações de: Valor Econômico










