O Ibovespa interrompeu uma sequência de dois pregões consecutivos de realização de lucros e fechou em alta de 0,94% nesta quinta-feira, aos 206.220 pontos. Durante o dia, o índice oscilou entre a mínima de 203.985 pontos e a máxima de 207.954 pontos, mantendo trajetória positiva desde a abertura das negociações.
O movimento foi sustentado pelo avanço das ações da Petrobras e por reações do mercado financeiro ao cenário político. Participantes do mercado associaram o desempenho da bolsa a levantamentos eleitorais mais favoráveis ao senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presidencial, além da expectativa pela divulgação da primeira pesquisa Datafolha após o primeiro turno, prevista para o início da noite. Operadores também repercutiram a informação de que a equipe do senador avalia um pacote fiscal voltado ao corte de R$ 250 bilhões em despesas.
Desempenho das ações e volume financeiro
Os papéis da Petrobras figuraram entre as principais influências positivas da sessão, acompanhando a cotação internacional do petróleo, que voltou a ultrapassar a marca de US$ 104 por barril. Ao término do pregão, as ações preferenciais (PN) da estatal subiram 2,12%, enquanto as ordinárias (ON) registraram valorização de 3,13%. Em contrapartida, as ações da Vale recuaram 1,61%.
No setor bancário, o resultado foi heterogêneo. As ações PN do Bradesco registraram a maior queda do segmento, com baixa de 2,05%. Já as units do BTG Pactual tiveram a alta mais expressiva entre os pares, avançando 1,08%.
A sessão registrou volume financeiro de R$ 40,4 bilhões no Ibovespa e movimentou R$ 60,3 bilhões na B3 como um todo. Em Nova York, os principais índices de Wall Street fecharam sem direção única: o Dow Jones teve leve ganho de 0,10%, enquanto o S&P 500 caiu 0,47% e o Nasdaq recuou 1,25%.
Com informações de: Valor Econômico










