São Paulo tem três universidades estaduais entre as melhores instituições do mundo em empregabilidade

São Paulo tem três universidades estaduais entre as melhores instituições do mundo em empregabilidade

Três universidades estaduais de São Paulo estão entre as 300 melhores instituições de ensino superior do mundo em empregabilidade, segundo o Global Employability University Ranking and Survey (GEURS) 2027. A Universidade de São Paulo (USP) é a primeira a aparecer na lista (em 89º), logo após estão a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) (239º) e a Universidade Estadual Paulista (Unesp) (245º).

O levantamento internacional é produzido pela consultoria francesa Emerging e avalia a percepção de empregadores sobre a capacidade das instituições de ensino superior de preparar seus estudantes para o mercado de trabalho. A edição de 2027 ampliou a lista de 250 para 300 instituições, distribuídas em 46 países e territórios.

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USP lidera entre as universidades brasileiras

A USP é a instituição brasileira mais bem colocada no ranking, na 89ª posição mundial. A Unicamp aparece na 239ª colocação, enquanto a Unesp ocupa o 245º lugar.

A presença das três universidades estaduais paulistas no levantamento destaca a avaliação de seus cursos e da formação oferecida aos estudantes por profissionais responsáveis por processos de contratação em diferentes países.

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Como funciona o ranking 

O GEURS é produzido pela consultoria francesa Emerging e publicado com a Times Higher Education. A edição de 2027 avaliou 300 instituições de ensino superior, distribuídas por 46 países e territórios. O levantamento foi elaborado com base em 170.457 votos de 15.665 empregadores de 40 países.

A classificação reflete a percepção de profissionais envolvidos em processos de contratação sobre a preparação dos graduados para o mercado de trabalho. Entre os motivos mais citados estão o desempenho acadêmico (19,3%), as competências dos graduados (18,6%), a ênfase na experiência profissional (17,2%), o impacto e a liderança (13,4%), a especialização (12,6%), a internacionalidade (10%) e a reputação (8,9%).  O ranking não mede diretamente taxas de contratação ou salários.

A pesquisa também destaca que as expectativas e demandas em relação aos recém-formados variam conforme a região de origem dos recrutadores.

Com informações de: Agência SP

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