A família da pequena Maria Luisa, de 6 anos, moradora de Fernandópolis, iniciou uma mobilização na internet para conseguir manter um tratamento médico essencial. Diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista nível 2 de suporte, a menina enfrentava uma rotina difícil de crises frequentes e perda de habilidades já adquiridas, sem apresentar melhora com os remédios tradicionais. A qualidade de vida da criança só começou a melhorar de forma significativa após o início do uso do Canabidiol, uma substância derivada da planta da maconha utilizada para fins medicinais.
Apesar dos excelentes resultados obtidos no desenvolvimento da menina, o alto preço do produto tornou-se um grande obstáculo. Cada frasco do medicamento custa em média 820 reais e dura menos de um mês. O orçamento doméstico fica ainda mais pesado por conta das despesas com outras medicações e com o acompanhamento de terapeutas de diferentes especialidades, cuidados considerados obrigatórios para garantir a evolução contínua da paciente.
As dificuldades financeiras aumentaram depois que a mãe de Maria Luisa precisou sair do emprego para se dedicar exclusivamente à rotina de cuidados e ao transporte da filha para as terapias. Os parentes já recorreram aos meios legais para tentar obter o fornecimento gratuito da medicação pelo governo e aguardam o andamento do processo na Justiça. No entanto, como os trâmites jurídicos costumam ser demorados e a interrupção do tratamento pode provocar o retorno das crises, a família não pode esperar pelas decisões dos tribunais.
Para dar continuidade aos cuidados de saúde da menina, os pais criaram uma vaquinha virtual para arrecadar doações. As pessoas interessadas em colaborar com qualquer quantia financeira podem realizar transferências diretamente por meio da chave Pix cadastrada na campanha, que é 6026344@vakinha.com.br. Todo o valor arrecadado pelo canal de solidariedade será utilizado unicamente para a compra dos remédios e manutenção das terapias de Maria Luisa.










