O processo de reabilitação neuromuscular ganhou um reforço inesperado e potente para a pequena Rhea Chancellor, de apenas 6 anos. Em tratamento contra os efeitos da mielite flácida aguda, a criança apresentou progressos significativos no quadro de paralisia motora após incorporar as canções da cantora norte-americana Chappell Roan às suas sessões terapêuticas.
O papel da música no estímulo motor
A utilização de repertórios sonoros em contextos clínicos, conhecida como musicoterapia, tem demonstrado eficácia no engajamento de pacientes pediátricos submetidos a rotinas intensas de fisioterapia. No caso de Rhea, as melodias animadas da estrela do pop serviram como elemento motivador essencial, permitindo avanços perceptíveis em movimentos antes limitados pela doença neurológica.
Especialistas apontam que estímulos rítmicos ajudam o cérebro a criar novas vias neurais e a manter a concentração durante exercícios físicos repetitivos, tornando exercícios de fortalecimento e coordenação menos desgastantes para a criança.
Entenda o impacto da mielite flácida aguda
A condição que acomete a menina é uma enfermidade rara e grave que atinge diretamente a medula espinhal, afetando a área da substância cinzenta e resultando em fraqueza muscular repentina e perda de reflexos, semelhante aos sintomas causados pela poliomielite.
Por se tratar de um diagnóstico desafiador e de evolução complexa, intervenções precoces e multidisciplinares são determinantes para minimizar sequelas permanentes e devolver a funcionalidade e a qualidade de vida aos pacientes em desenvolvimento.
A resposta positiva de Rhea reforça como abordagens humanizadas e aliadas aos gostos pessoais do paciente podem potencializar terapias convencionais na recuperação da mobilidade na infância.
Com informações de: metropoles.com










